Lilypie Baby Ticker

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Porque não gosto de despedidas

Fica só aqui um até à próxima.
E estamos bem, sim, obrigada.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Contra-senso

Levar o miúdo saudável às vacinas e ele ficar doente.

(Felizmente já passou).

terça-feira, dezembro 06, 2005

Profissão:Mãe

ler aqui.

segunda-feira, dezembro 05, 2005

A nova pancada do bebé

é ir pela rua a ver as marcas de carros e quando vê um da marca do do pai exclama: "cáki carro pai". Quando vê um da marca do da mãe exclama: "cáki carro mãe". Nunca se engana.

Da consulta dele

Continua de altura média e peso baixo. Muitas vacinas para fazer, incluindo a da varicela. Otite cerosa, que a qualquer momento pode dar em aguda.
6 (!) dentes a nascer. Bem desenvolvido e a falar muito para a idade.

Noddy

Como não podia deixar de ser também fomos. A mais velha é já um bocado grande para aquilo, o pequeno demasiado pequeno e eu (não sei porquê) estava sem paciência. Ainda se aguentaram bem, melhor na 1ª parte do que na 2ª.
Claro que no fim os balões deram origem a várias birras, e a pedinchisse foi um exagero...

terça-feira, novembro 29, 2005

"Mãe, o Pai Natal existe mesmo?"

Assim de chofre, a propósito de nada, ao chegarmos a casa.

Eu - Porque é que perguntas isso?
Matilde - Porque a I. diz que não existe Pai Natal.
E - Então quem é que dá os presentes?
M - Ela diz que são só pessoas mascaradas.
E - Sim, há muitos pais natais falsos, sabes bem isso. O verdadeiro quase nunca aparece.
M - Mas quando eu tinha 3 anos foi a minha casa.
E - Pois foi, vês como ele existe.
M - Mas a I. não acredita.
E - Nem todas as pessoas acreditam na mesma coisa,por exemplo, nós acreditamos e Deus e em Jesus, mas há muitas pessoas que não acreditam.
M - Ah, pois é.
O Pai Natal também é uma questão de fé.

Passado uma hora, já com os tpcs feitos, surpreendo-a a ver os "Morangos com Açúcar":
Eu - Sabes bem que não podes ver esta porcaria!
Matilde - Ó mãe, eu gosto, isto é muito giro!
E - Nem pensar. Deixo-te ver hoje para que possas ver com os teus próprios olhos a porcaria que é. Se voltas a ver, a televisão sai do quarto para sempre.

Crescimento instântaneo da 1ª classe?

segunda-feira, novembro 28, 2005

O bebé

anda pela sala de telemóvel na mão, a tirar fotografias. Vê-me, aponta o telemóvel e diz "mãe, gila!"

Tão pequenino e já com tanto bom gosto.

domingo, novembro 27, 2005

A propósito

de idas ao cinema, lembrei-me da primeira vez que fui ao cinema com a Matilde.
Era Julho, ela tinha 3 anos e 3 meses e ainda estava em casa comigo (a escola começou em Setembro). Sempre foi uma criança bastante enérgica, daquelas que precisam de correr sem parar durante horas todos os dias, e ficar a olhar para a televisão quieta durante minutos inteiros era demais para ela (nós também nunca a motivámos para isso). Conseguia no máximo ver 3 anúncios seguidos, nada de canais Panda ou outros bonecos. Pensei na altura gravar uma cassete só com anúncios para alturas críticas em que tinha que fazer o jantar ou algo, mas nem valia a pena porque ela também não conseguiria ver mais do que os 3 seguidos.
Porque é que me passou pela cabeça levá-la ao cinema? Não me lembro bem, mas suponho que já poucos programas nos faltariam fazer e que todas as outras crianças que conhecíamos da idade dela teriam ido e gostado.
Fomos ver "Monstros e Companhia", à tarde, no Vasco da Gama. A sala era miníma e estava praticamente vazia, era um dia de semana.
De início foi tudo muito giro, a excitação de fazer uma coisa nova, de "grandes", no escuro, o ecrán enorme. Mas claro que em poucos minutos as escadas começaram a parecer muito mais apelativas do que estar sentada numa cadeira. Primeiro sentou-se, depois foram os pulinhos. Claro que a mandei sentar várias vezes, mas de todas se levantava e ía-se aventurando cada vez mais em direcção ao objectivo: a tela.
Quando lá chegou tentou mesmo subir para o palco. Aí fui buscá-la e no meio de muitas ameaças consegui fazê-la sentar e assim se manter até ao final (nem sei bem como). Tão cedo não voltei a levá-la.

A pouco e pouco foi canalizando a energia mal controlada para a criação gráfica: desenhos, pinturas, giz e mais recentemente, a escrita (tem no quarto milhares de cadernos de desenhos e 5 arquivadores cheios de trabalhos feitos em casa).
E hoje em dia já consegue ver um filme até ao fim.

sexta-feira, novembro 25, 2005

A loja preferida dela é

a Fernandes. E comprar-lhe um lápis daqueles amarelos com riscas pretas e a ponta encarnada (Staedtler HB2) e uma borracha branca da Rotring (quando tem milhares de lápis de carvão Derwent e borrachas que herdou dos meus anos na faculdade) dá direito a muitos sorrisos e descrições pormenorizadas de como cada colega utiliza o lápis igual. Tem 24 colegas.

Chega da escola

- Mãe, há uma Irmã que também dá aulas e hoje estava no refeitório e disse: "ninguém fala com comida no prato, se falais, ides dormir". Deve ser de Lanhelas!

Lanhelas? E será que esse tipo de ameaças resulta em crianças com 6,7,8 e 9 anos?

quinta-feira, novembro 24, 2005

Parabéns Mana!




Um muito, muito feliz aniversário!!!

terça-feira, novembro 22, 2005

Word verification

Eu não pus aqui no blog e não recebo spam. Não querem experimentar tirar?

segunda-feira, novembro 21, 2005

Saudades

destes dias.

Já disse que detesto o Inverno?

sábado, novembro 19, 2005

Ponho a sopa

do bebé na mesa para o pai dar e oiço-o da cozinha, enquanto preparo o nosso jantar:
- A sopa está a ferver!

Passado um bocado oiço uma vozinha chamar:
-Mãe, mãe, mãe!- o bebé quando quer qualquer coisa chama assim, sem parar, é muitíssimo irritante.

Vou à sala:
- O que é, Duarte?
- opa fevele!

Não bastava um...